Pirataria: “é a violação da propriedade intelectual a partir da reprodução (cópia), da distribuição, da comercialização ou do uso de um determinado bem ou produto sem a expressa autorização”, definição disponível no site Brasil Escola
Pirataria também é algo objetivamente bom.
Mas acredito que a melhor forma de se montar meu argumento, é primeiro evidenciando as falhas lógicas nas afirmações da suposta imoralidade e deserviço à inúmeros grupos realacionados ao ato de pirataria. Começando por:
Meritíssimo, todas as pessoas têm o direito inato de desgostar de qualquer coisa por qualquer motivo. Porém, não é qualquer motivo que pode-se considerar um criticismo válido.
Da mesma forma como qualquer pessoa pode esquentar uma marmita num micro-ondas, o que seria uma refeição tão válida quanto qualquer outra, sem que isso as torne chefs de cozinha.
Eu mesmo, como qualquer outro ser humano, já nutri opiniões não muito profissionais; por exemplo, eu acho o cartoon “Steven Universe” uma animação extremamente feia e de músicas desagradáveis, que simplesmente me causa uma reação visceral de aversão, mas reconheço que não tenho uma base sólida, lógica e justa para avaliar tal obra.
Agora, não acredito que seja necessário detalhar todas as minúcias do que torna uma crítica válida ou não, poderíamos passar o dia inteiro aqui fazendo isso, mas afirmo, confiante, de que o requisito mínimo para tal é de que tal crítica não seja uma falácia lógica.
E, infelizmente, muitas vezes elas são; principalmente quando dirigidas à obras mais provocantes ou controversas.
A visual novel Tsukihime (a original, de 2000), tem aproximadamente 500.000 palavras, segundo o site JPDB; equivalente a, aproximadamente, os dois primeiros livros de Mistborn, combinados.
E há tanto o que se discutir sobre esse jogo, que eu poderia muito bem escrever um número de palavras similar a esse só para essa review, mas eu vou tentar ser breve, e manter isso livre de spoilers.
Dito isso, vamos direto à resenha, começando pelo...
“Alan Wake” é um dos meus jogos favoritos, ele se destaca muito facilmente em música, visual, enredo e personagens, mas eu não acho que qualquer uma dessas afirmações é muito original ou interessante por si só. Por isso mesmo, esse vídeo é sobre “Alan Wake's American Nightmare”, o spin-off nem tão queridinho assim do público... mas que eu ainda amo.
Para quem não sabe, eu sou escritor e uma das minhas fontes de renda são videogames para os quais eu faço “design de narrativas” (e muito mais). E depois de vários anos nesse meio, eu decidi fazer um joguinho simples por conta própria, começando em junho de 2025.
Na época, pensei “bah, já fiz vários jogos para múltiplos clientes antes, vai ser fácil! 2 ou 3 meses e vai estar pronto, com certeza”... Bem, eu só consegui lançar esse jogo em janeiro de 2026, então como podem imaginar, MUITA coisa não saiu como o esperado.
Um jogo gratuito, desenhado, programado, e escrito por mim. Seu desenvolvimento foi um CAOS, mas (finalmente!!) está pronto. Disponível, e mais informações, NESTE LINK.
Recentemente joguei Resident Evil 6, e enquanto eu queria
muito ser o diferentão que gostou do jogo mais odiado da franquia... eu tenho
que admitir que o jogo é uma porra.
Champions of Norrath é um dos melhores RPGs do PS2, e
honestamente, é impressionante quanto conteúdo de qualidade os desenvolvedores
conseguiram colocar nesses dois cds.
Ainda falta muito para o ano acabar, mas eu já tenho o meu
jogo favorito de 2025, e eu não acho que eu vou experenciar um game melhor tão
cedo, porque ele também já é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos:
Dread Delusion.
Esse post contém spoilers sérios de toda a série
Dangandonpa.
Danganronpa 2 é sobre a reahabilitação de um grupo de
terroristas que destruíram o mundo, e eu acho que isso é um tanto antiético ou
imoral dentro de seu próprio universo.
Se você já se envolveu com Secure Contain Protect, ou SCP,
você já deve ter se deparado com membros da comunidade que afirmam que depois
de certo momento, as páginas do site ficaram cheias de seres onipotentes que
podem (e vão) destruir o mundo logo logo, ou coisas do tipo. Afirmam que esse é
um problema de “powercreep”, ou escalas de poder que não param de aumentar, mas
eu acho que é um problema de design de mundo um pouco diferente, e um que eu
não sei se tem um nome apropriado, mas que eu chamo, provisoriamente, de “mundo
perigoso demais para se viver”.
Eu amo o cenário e as reconstruções históricas feitas nos
jogos de Assassin’s Creed, a verticalidade da série sempre foi um ponto forte,
e a lore da franquia é bem interessante.
E é justamente porque eu vejo tanto potencial nos RPGs de
Assasin’s Creed, que eu fico tão frustrado com o quanto a Ubisoft deixa a
desejar no departamento de criação de missões.
The Elder Scrolls IV Oblivion é um de meus RPGs favoritos de
todos os tempos, mesmo com todos os problemas que ele tem, eu tenho centenas de
horas nesse jogo na Steam, e provavelmente milhares se incluir as versões
pirateadas que eu joguei. Com o lançamento de seu remaster, o jogo está
recebendo muito mais atenção recentemente, então resolvi aproveitar essa
oportunidade para recomendar outros joguinhos antigos que também são muito
bons, mas pouco reconhecidos. E esses são: