Guerra Mundial Z: aquele filme de zumbi que todo mundo fala que foi transformado por Hollywood em propaganda sionista, porque, afinal, o livro é muito diferente...
E realmente, o livro é muito diferente. É muito pior!
Guerra Mundial Z: aquele filme de zumbi que todo mundo fala que foi transformado por Hollywood em propaganda sionista, porque, afinal, o livro é muito diferente...
E realmente, o livro é muito diferente. É muito pior!
Quando falamos de “propaganda política”, já logo nos vêm a mente velhos cartazes de guerra ou filmes que separam muito rigorosamente os mocinhos dos vilões, o país X do país Y, mas a verdade é que essa é uma forma muito reducionista de se compreender essa industria. Para começo de conversa, ela não entra em períodos de hibernação em tempos de paz, e volta a ativa em tempos de guerra. E o mais importante para esse post, ela não apenas gira em torno de conflitos armados internacionais.
Por exemplo, você sabia que a França, país líder em turismo, investe cerca de 18.7 bilhões de euros (cerca de 109,9 bilhões de reais no presente) nessa área anualmente? Ou que esse país conseguiu cravar uma imagem tão marcante no imaginário mundial, que existe até um fenômeno categorizado pela decepção extrema que alguns turistas sentem ao explorar o país pela primeira vez e perceberem que ele é só um Estado normal?
E é claro, às vezes, a propaganda pode não ser tão inocente quanto simplesmente fazer todo mundo pensar que um país é o mais bonito do mundo. Às vezes, ela serve também para fazer você pensar que seu pais é o mais feio do mundo.
Nessa postagem, eu vou abordar algumas dessas propagandas que já se tornaram “conhecimento comum”, e espero esclarecer o porquê delas não fazerem realmente muito sentido.
Começando por:
“A Batalha de Riddick” é um dos filmes mais anos 2000 que existem, e é justamente por isso que ele é um dos meus favoritos.
Daqui a quinhentos anos, o que será que historiadores discutirão sobre nossa era? Muito provavelmente guerras, descobertas, e outros eventos marcantes. Dito isso, a grande maior parte das pessoas não passa a grande maior parte do seu tempo guerreando ou revolucionando a ciência ou as artes, correto? Não seria estranho dizer, até, que fazemos as coisas importantes, nosso trabalho, nossa revolução, a fim de termos tempo e recursos para aproveitar as coisas “não importantes”, o lazer.
E na verdade, eu argumentaria ainda que o lazer não é apenas uma coisa “extra” ou uma “pausa” em nossas vidas a fim de logo voltar a trabalhar e produzir, a “viver de verdade,” mas sim um dos maiores símbolos do que é ser humano em si, e eu falo isso no sentido de “compreensivo e bondoso,” segundo o dicionário online de português. O lazer para guerras, conecta pessoas de lados opostos do mundo, e é claro, é um motivador forte para continuar a trabalhar duro e fazer todas aquelas invenções e descobertas.
Mas você já se perguntou o que os povos indígenas das Américas, há quinhentos anos, faziam quando voltavam para casa depois de um longo dia no campo? Sobre o que eles conversavam enquanto esperando a chuva passar debaixo de uma árvore? Como entretinham seus amigos, convidados e a si mesmos em suas casas?
Bem, eu espero responder ao menos algumas dessas questões.
Tomie também é um mangá que nenhuma dessas pessoas leu.
Eu assisti “A Grande Inundação”, e enquanto eu gostei bastante da parte apocalíptica, eu não posso dizer o mesmo da parte da ficção científica, que me deixou com algumas perguntas não respondidas no final do filme. Perguntas como...