Quando falamos de “propaganda política”, já logo nos vêm a mente velhos cartazes de guerra ou filmes que separam muito rigorosamente os mocinhos dos vilões, o país X do país Y, mas a verdade é que essa é uma forma muito reducionista de se compreender essa industria. Para começo de conversa, ela não entra em períodos de hibernação em tempos de paz, e volta a ativa em tempos de guerra. E o mais importante para esse post, ela não apenas gira em torno de conflitos armados internacionais.
Por exemplo, você sabia que a França, país líder em turismo, investe cerca de 18.7 bilhões de euros (cerca de 109,9 bilhões de reais no presente) nessa área anualmente? Ou que esse país conseguiu cravar uma imagem tão marcante no imaginário mundial, que existe até um fenômeno categorizado pela decepção extrema que alguns turistas sentem ao explorar o país pela primeira vez e perceberem que ele é só um Estado normal?
E é claro, às vezes, a propaganda pode não ser tão inocente quanto simplesmente fazer todo mundo pensar que um país é o mais bonito do mundo. Às vezes, ela serve também para fazer você pensar que seu pais é o mais feio do mundo.
Nessa postagem, eu vou abordar algumas dessas propagandas que já se tornaram “conhecimento comum”, e espero esclarecer o porquê delas não fazerem realmente muito sentido.
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