Intro:
Daqui a quinhentos anos, o que será que historiadores discutirão sobre nossa era? Muito provavelmente guerras, descobertas, e outros eventos marcantes. Dito isso, a grande maior parte das pessoas não passa a grande maior parte do seu tempo guerreando ou revolucionando a ciência ou as artes, correto? Não seria estranho dizer, até, que fazemos as coisas importantes, nosso trabalho, nossa revolução, a fim de termos tempo e recursos para aproveitar as coisas “não importantes”, o lazer.
E na verdade, eu argumentaria ainda que o lazer não é apenas uma coisa “extra” ou uma “pausa” em nossas vidas a fim de logo voltar a trabalhar e produzir, a “viver de verdade,” mas sim um dos maiores símbolos do que é ser humano em si, e eu falo isso no sentido de “compreensivo e bondoso,” segundo o dicionário online de português. O lazer para guerras, conecta pessoas de lados opostos do mundo, e é claro, é um motivador forte para continuar a trabalhar duro e fazer todas aquelas invenções e descobertas.
Mas você já se perguntou o que os povos indígenas das Américas, há quinhentos anos, faziam quando voltavam para casa depois de um longo dia no campo? Sobre o que eles conversavam enquanto esperando a chuva passar debaixo de uma árvore? Como entretinham seus amigos, convidados e a si mesmos em suas casas?
Bem, eu espero responder ao menos algumas dessas questões.