É aquela época do ano de novo, em que demônios e mortos-vivos assombram o mundo mortal... Época de eleições! N-Não, d-digo: Halloween! Ou Dia das Bruxas.
E como já não tenho muitos relatos de assombração para contar, dessa vez resolvi experimentar 2 games brasileiros apropriados para a ocasião. (ESSE POST CONTÉM SPOILERS!)
Um ano de vídeos no Youtube, no Tiktok, e de postagens no Blog. Um ano de “criação de conteúdo”. Quando eu comecei essa jornada, pensei que a única coisa que aprenderia, seria como me comunicar melhor, talvez algumas técnicas de edição de vídeo e escrita de roteiros, mas hoje me vejo tão positivamente surpreendido, quanto negativamente surpreendido por todas as coisas que experienciei nessa jornada.
Então: quantas visualizações eu tive? Quanto dinheiro eu fiz? Como foram os comentários? Quais as melhores plataformas para postar? Quais as melhores formas de divulgação? Como é por trás das câmeras?
A resposta para tudo isso, sem mais enrolações, vem agora mesmo.
2025 foi o ano em que comecei a postar conteúdo no blog, no TikTok, e no Youtube, e desde meu humilde começo neste hobby, eu já postei algumas coisas muito ruins, outras muito boas, e ainda outras muito bestas.
Essa é a retrospectiva das minhas postagens de 2025!
Quantas vezes você já percebeu um vulto à janela, ou pontos
refletindo luz à distância, só para não encontrar nada quando você investigasse
tais eventos mais de perto? Na maioria das vezes, aquela figura sombria no
canto dos nossos quartos não passa de uma pilha de roupas, afinal... Mas e
quando não é este o caso?
Esse é um relato real enviado a mim por uma seguidora:
Quando falamos de fantasmas, o tópico de trabalhos inacabados ou desejos de além da cova prendendo suas almas ao mundo material são comuns, e estes geralmente giram em torno de vingança contra seus assassinos, ou o enterro apropriado de seus restos mortais. Mas se fantasmas nascem de pessoas, e nós somos tão diferentes uns dos outros, seria memso estranho se uma dessas entidades tivesse um desejo peculiar? E nesse caso, qual seria a resposta apropriada dos vivos para com o fantasma?
Quando pensamos em casas mal assombradas, a primeira coisa
que vem a nossa mente, muitas vezes, são mansões de séculos passados,
construídas com muito suor, lágrimas e, principalmente, sangue. Mas será mesmo
que espíritos e assombrações se importam com coisas tão mundanas como o tamanho
dessas construções ou sua idade?
Esse é um relato sobrenatural verdadeiro, contado a mim pelo
meu vizinho.
O cão é o melhor amigo do homem, dizem muitos, mas sempre
foi o cavalo quem ajudou o agricultor a arar o solo, que carregou o soldado no
campo de batalha, e que transportou pessoas e bens ao redor do mundo ao longo
da história... Mas mais importante que isso, em noites cheias de tensão, não
são relinchos de cavalos que assombram transeuntes.
Esse é um relato real, contado por um colega de trabalho de
meu irmão.
Lugares assombrados. Os associamos com ruínas distantes e
marcos isolados. Afinal, é impossível que um lugar que já visitamos centenas,
ou milhares de vezes e nunca tivemos problemas antes, de repente, se revele
diretamente conectado com o outro mundo... não é?
Esse é um relato real, contado a mim pelo meu avo por parte
de mãe.
Fantasmas, lobisomens, aparições... o sobrenatural. Nos dias
de hoje, histórias de tipo, geralmente são limitadas a localizações específicas
e suas interações com o mundo material ou testemunhas são limitadas; vultos vistos
em construções abandonadas, ou vozes em florestas isoladas, eventos
presenciados somente por pessoas solitárias... Mas nem sempre foi assim. As
histórias assombradas contadas pelos antigos, vivenciadas por eles, muitas
vezes escapam os tropos com que estamos acostumados. Esse é um relato real que
ouvi de meus próprios familiares.