Tudo é propaganda, a internet está concentrada nas mãos de apenas uma dúzia de sites, e mais da metade de todo tráfego online atualmente é feito por robôs. E talvez essas sejam as melhores notícias dos últimos tempos em relação à World Wide Web.
Tudo é propaganda, a internet está concentrada nas mãos de apenas uma dúzia de sites, e mais da metade de todo tráfego online atualmente é feito por robôs. E talvez essas sejam as melhores notícias dos últimos tempos em relação à World Wide Web.
Post rápido só para avisar que o romance "Contra Todas As Estrelas Do Céu" já está disponível para ler online/baixar ao clicar no botão verde "DOWNLOAD" na lateral direita do blog (se acessado pelo PC).
Alternativamente, você pode clicar [AQUI].
A lista de mangás que eu li já está disponível, clicando no botão "ANIMANGA VISTOS" na lateral direita do blog (visível se acessado pelo computador).
Alternativamente, é possível acessá-la clicando NESTE LINK.
Pirataria: “é a violação da propriedade intelectual a partir da reprodução (cópia), da distribuição, da comercialização ou do uso de um determinado bem ou produto sem a expressa autorização”, definição disponível no site Brasil Escola
Pirataria também é algo objetivamente bom.
Mas acredito que a melhor forma de se montar meu argumento, é primeiro evidenciando as falhas lógicas nas afirmações da suposta imoralidade e deserviço à inúmeros grupos realacionados ao ato de pirataria. Começando por:
"MIB: Homens de Preto" é uma história de horror cósmico (sim, tipo O Chamado de Cthulhu). E na verdade, é uma realidade muito mais assustadora e do que aquela construída por H.P. Lovecraft.
Dando spoilers do primeiro filme por inteiro:
Eu protesto!
Meritíssimo, todas as pessoas têm o direito inato de desgostar de qualquer coisa por qualquer motivo. Porém, não é qualquer motivo que pode-se considerar um criticismo válido.
Da mesma forma como qualquer pessoa pode esquentar uma marmita num micro-ondas, o que seria uma refeição tão válida quanto qualquer outra, sem que isso as torne chefs de cozinha.
Eu mesmo, como qualquer outro ser humano, já nutri opiniões não muito profissionais; por exemplo, eu acho o cartoon “Steven Universe” uma animação extremamente feia e de músicas desagradáveis, que simplesmente me causa uma reação visceral de aversão, mas reconheço que não tenho uma base sólida, lógica e justa para avaliar tal obra.
Agora, não acredito que seja necessário detalhar todas as minúcias do que torna uma crítica válida ou não, poderíamos passar o dia inteiro aqui fazendo isso, mas afirmo, confiante, de que o requisito mínimo para tal é de que tal crítica não seja uma falácia lógica.
E, infelizmente, muitas vezes elas são; principalmente quando dirigidas à obras mais provocantes ou controversas.
Tomemos por exemplo a seguinte animação:
“Heróis de Ressaca” de 2013 é o último filme da trilogia “Three Flavours Cornetto”, que inclui os incríveis filmes “Todo Mundo Quase Morto” e “Chumbo Grosso.” Esse também é o pior filme da trilogia.
Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que eu não sou um filósofo, nem tenho autoridade superior a de nenhuma outra pessoa no que se trata viver, e esse post está cheio de anedotas no sentido de falácia lógica, e também achismos. Então, sinta-se livre para discordar do que eu tenho para dizer aqui, mas não espere um tratamento diferente.
Dito isso, você leu o título: viver é ser odiado.
“World building” ou “construção de mundo”, segundo a Wikipédia, é “o processo de construção de um mundo imaginário, muitas vezes associado a todo um universo fictício.” Para o público consumidor, o termo também é frequentemente usado alternadamente com “lore” ou a “história do mundo”. Se você tem o menor interesse em contar histórias, você provavelmente já ouviu o termo antes.
E se esse é o caso, você provavelmente também já se deparou com vários canais do YouTube, Subreddits, artigos, e até cursos inteiros e muito mais sobre o tópico; conteúdo com títulos parecidos com “como nomear seus países,” ou “como criar línguas imaginárias,” ou “geografia para world building,” ou ainda coisas muito mais nichadas como “porquê reptilianos DEVEM/NÃO DEVEM ter peitos.”
E tudo isso é muito bacana e divertido é claro, tanto para os fãs da obra quanto para seus autores, mas...
Worldbuilding não vai salvar sua história.
De pontos positivos: eu gostei dos visuais puxados para o steampunk, onde os heróis têm várias bugigangas e equipamentos ultra-especializados para caçar as bruxas; o gore foi uma surpresa positiva, eu tinha certeza que esse seria um filme com no máximo um sanguinho no canto da boca dos vilões, mas não, temos desmembramentos brutais, e até crianças morrendo aqui, o que é bem legal; e as cenas de ação são bastante divertidas também.
A visual novel Tsukihime (a original, de 2000), tem aproximadamente 500.000 palavras, segundo o site JPDB; equivalente a, aproximadamente, os dois primeiros livros de Mistborn, combinados.
E há tanto o que se discutir sobre esse jogo, que eu poderia muito bem escrever um número de palavras similar a esse só para essa review, mas eu vou tentar ser breve, e manter isso livre de spoilers.
Dito isso, vamos direto à resenha, começando pelo...
Guerra Mundial Z: aquele filme de zumbi que todo mundo fala que foi transformado por Hollywood em propaganda sionista, porque, afinal, o livro é muito diferente...
E realmente, o livro é muito diferente. É muito pior!
Quando falamos de “propaganda política”, já logo nos vêm a mente velhos cartazes de guerra ou filmes que separam muito rigorosamente os mocinhos dos vilões, o país X do país Y, mas a verdade é que essa é uma forma muito reducionista de se compreender essa industria. Para começo de conversa, ela não entra em períodos de hibernação em tempos de paz, e volta a ativa em tempos de guerra. E o mais importante para esse post, ela não apenas gira em torno de conflitos armados internacionais.
Por exemplo, você sabia que a França, país líder em turismo, investe cerca de 18.7 bilhões de euros (cerca de 109,9 bilhões de reais no presente) nessa área anualmente? Ou que esse país conseguiu cravar uma imagem tão marcante no imaginário mundial, que existe até um fenômeno categorizado pela decepção extrema que alguns turistas sentem ao explorar o país pela primeira vez e perceberem que ele é só um Estado normal?
E é claro, às vezes, a propaganda pode não ser tão inocente quanto simplesmente fazer todo mundo pensar que um país é o mais bonito do mundo. Às vezes, ela serve também para fazer você pensar que seu pais é o mais feio do mundo.
Nessa postagem, eu vou abordar algumas dessas propagandas que já se tornaram “conhecimento comum”, e espero esclarecer o porquê delas não fazerem realmente muito sentido.
Começando por:
“A Batalha de Riddick” é um dos filmes mais anos 2000 que existem, e é justamente por isso que ele é um dos meus favoritos.
Daqui a quinhentos anos, o que será que historiadores discutirão sobre nossa era? Muito provavelmente guerras, descobertas, e outros eventos marcantes. Dito isso, a grande maior parte das pessoas não passa a grande maior parte do seu tempo guerreando ou revolucionando a ciência ou as artes, correto? Não seria estranho dizer, até, que fazemos as coisas importantes, nosso trabalho, nossa revolução, a fim de termos tempo e recursos para aproveitar as coisas “não importantes”, o lazer.
E na verdade, eu argumentaria ainda que o lazer não é apenas uma coisa “extra” ou uma “pausa” em nossas vidas a fim de logo voltar a trabalhar e produzir, a “viver de verdade,” mas sim um dos maiores símbolos do que é ser humano em si, e eu falo isso no sentido de “compreensivo e bondoso,” segundo o dicionário online de português. O lazer para guerras, conecta pessoas de lados opostos do mundo, e é claro, é um motivador forte para continuar a trabalhar duro e fazer todas aquelas invenções e descobertas.
Mas você já se perguntou o que os povos indígenas das Américas, há quinhentos anos, faziam quando voltavam para casa depois de um longo dia no campo? Sobre o que eles conversavam enquanto esperando a chuva passar debaixo de uma árvore? Como entretinham seus amigos, convidados e a si mesmos em suas casas?
Bem, eu espero responder ao menos algumas dessas questões.
Tomie também é um mangá que nenhuma dessas pessoas leu.
Eu assisti “A Grande Inundação”, e enquanto eu gostei bastante da parte apocalíptica, eu não posso dizer o mesmo da parte da ficção científica, que me deixou com algumas perguntas não respondidas no final do filme. Perguntas como...